Foto: © UNICEF/BRZ/Emiliano Capozoli.
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Entenda os desafios

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Materias de campanha

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Todos os dias, em qualquer momento, a sociedade e o poder público devem tratar o direito à educação de crianças e adolescentes como prioridade. Mas essa questão precisa de uma atenção ainda maior em momentos de crises e emergências como este, causado pelo coronavírus. A pandemia pode ter acentuado a situação de vulnerabilidade de muitas famílias e ampliado as desigualdades educacionais no Brasil. É hora de agir para garantir que nenhuma criança ou adolescente seja deixado(a) para trás.

A Busca Ativa Escolar é uma estratégia muito útil para ajudar a garantir os direitos de todas as meninas e de todos os meninos, em especial o direito à educação. Mas só é efetiva com o envolvimento de todas as políticas públicas (educação, saúde, assistência social, entre outras) e com a participação e o engajamento ativos da sociedade.

O UNICEF e a Undime, junto com os parceiros Congemas e Conasems, convidam todos os estados e municípios a se unirem a esse esforço. Por meio de ações de informação e de mobilização para diversos públicos, realizadas pelas equipes municipais e estaduais da Busca Ativa Escolar, pretendemos ampliar o nível de compreensão dos desafios e, assim, avançar cada vez mais no enfrentamento da exclusão escolar e na concretização da educação como direito inalienável.

Os diversos materiais e as abordagens indicadas são apenas um ponto de partida para facilitar e apoiar seu trabalho de divulgação e de engajamento. Fique à vontade para criar outras formas de colocar essa campanha nas ruas. Porque Fora da Escola Não Pode! Mesmo que a escola esteja funcionando em outros formatos.


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Monte sua campanha

Nesta seção apresentamos uma série de sugestões para que seu estado/município possa criar uma campanha de comunicação que engaje e envolva os atores e atrizes locais nessa tarefa. Sugerimos quatro públicos como prioritários para essa campanha: famílias, escolas, gestão pública e mídia. Logo a seguir você vai encontrar algumas indicações de como abordar cada um deles.

Os diversos materiais e as abordagens indicadas são apenas um ponto de partida para facilitar e apoiar seu trabalho de divulgação e de engajamento. Fique à vontade para criar outras formas de colocar essa campanha nas ruas. O mais importante é ter seu município e/ou estado engajado e mobilizado para garantir o direito à educação de cada criança e cada adolescente. Porque Fora da Escola Não Pode! Mesmo que a escola esteja funcionando em outros formatos.

Clique nas barras azuis para ver detalhes de como abordar, com cada público, a importância da Busca Ativa Escolar para a garantia do direito à educação.

Mensagens prioritárias

A comunicação com as famílias deve destacar as seguintes mensagens:

  • A pandemia não revoga o direito à educação (ele vale tanto para atividades educacionais presenciais como não presenciais).
  • O ano não está perdido mesmo sem as aulas presenciais.
  • A manutenção do vínculo com a escola, mais do que nunca, é necessária para garantir a aprendizagem de todas as crianças e todos(as) os(as) adolescentes.

Ações sugeridas

Entre as ações que podem ser realizadas para atingir as famílias estão:

  • Contatos telefônicos e/ou virtuais:
    - Ligações telefônicas.
    - Mensagens de voz.
    - Mensagens de texto por SMS, aplicativos de mensagens e e-mails.
    - Posts, podcasts e vídeos nas redes sociais (como Facebook e YouTube). Um município participante do Selo UNICEF, por exemplo, criou um "twibbon", selo personalizado da campanha que pode ser colocado sobre a foto do perfil em algumas redes sociais, para sensibilizar e conscientizar a população.
    - Murais, blogs ou jornais virtuais das escolas.
    - Reuniões de famílias por videoconferência.
  • - Conversas por WhatsApp, SMS ou outros programas de troca de mensagens.
  • Mídias locais – para alcançar as famílias sem acesso a internet e smartphones:
    - Chamadas de rádio e televisão transmitidas por emissoras locais.
    - Mensagens de áudio divulgadas por motos ou carros de som.
    - Cartazes afixados no comércio local e nas escolas.
    - Faixas nas ruas.
    - Envio ou entrega de folhetos e outros materiais impressos no domicílio.
  • Conversas presenciais – algumas redes permitem ainda atendimento presencial, que pode ser feito da seguinte forma:
    - Por agendamento nas unidades de ensino.
    - Em esquema de plantão escolar em alguns dias da semana.
    - No dia da retirada/entrega das atividades preparadas pelos(as) professores(as) e do cartão alimentação ou de cestas básicas nas escolas.
    - Visitas domiciliares, em especial nas zonas rurais e de difícil acesso. Nesses momentos, é importante reforçar a parceria da escola com a família e divulgar a Busca Ativa Escolar, solicitando que as pessoas fiquem atentas às crianças e aos adolescentes da sua família e da sua comunidade e, percebendo infrequência ou abandono escolar, acionem a equipe da estratégia.
  • Vale lembrar que qualquer tipo de encontro presencial deve sempre seguir as normas definidas pelas autoridades de saúde locais e pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

  • Participação de crianças e adolescentes – muitos municípios/estados buscam também envolver crianças e adolescentes por meio de iniciativas, como as seguintes:
    - Atividades com a participação de grêmios estudantis, líderes de sala e ex-estudantes.
    - Ações com os Núcleos de Cidadania de Adolescentes (NUCAs) ou Juventude Unida pela Vida na Amazônia (JUVAs), nos municípios participantes do Selo UNICEF.
    - Iniciativas das secretarias de Educação, Assistência Social ou Cultura ou mesmo da sociedade civil com coletivos de adolescentes e jovens nos municípios e estados, como grêmios escolares. Por exemplo, campanhas para desenhar ou fotografar as atividades escolares realizadas durante a pandemia, a ser divulgadas nas redes sociais e plataformas digitais da escola e das secretarias, com uma hashtag chamativa – como #buscaativaescolar; ou vídeos curtos sobre temas como “minha escola é importante porque...” ou “sinto falta da minha escola porque...” para divulgação nos canais digitais da escola ou da secretaria.

Mensagens prioritárias

A campanha de comunicação com as escolas deve ter como mensagens-chave as mesmas temáticas trabalhadas com as famílias e alguns pontos complementares. São eles:

  • A pandemia não revoga o direito à educação (ele vale tanto para atividades educacionais presenciais como não presenciais).
  • O ano não está perdido mesmo sem as aulas presenciais.
  • O vínculo com a escola, mais do que nunca, é necessário para garantir a aprendizagem de todas as crianças e todos(as) os(as) adolescentes.
  • A prevenção do abandono e da evasão escolares deve ser feita por meio de ações voltadas para os(as) estudantes, suas famílias e a comunidade durante o período de isolamento social e após a retomada das aulas presenciais.

Ações sugeridas

Entre as ações possíveis estão:

  • Realização de uma semana ou dia D da Busca Ativa Escolar na Escola, em que os(as) gestores(as) e professores(as) das unidades de ensino debatam o direito à educação, as causas da exclusão e a importância de manter as crianças e os(as) adolescentes estudando e de incluir aqueles(as) que deixaram de participar das atividades oferecidas durante o isolamento social ou já estavam fora da escola.
  • Realização de reuniões virtuais e/ou presenciais (seguindo sempre as determinações das autoridades de saúde locais e da OMS) com a equipe para falar do papel de cada um na Busca Ativa Escolar e das providências que devem ser tomadas nos casos de estudantes que não estão participando das atividades não presenciais ou que não retornarem após a retomada das aulas presenciais.

    O guia Busca Ativa Escolar em crises e emergências estabeleceu um fluxo para a participação das escolas na estratégia e também pode fazer parte das atividades mobilizadoras com as escolas, a fim de orientar professores(as) e equipe diretiva sobre como proceder.

  • Realização de mutirões de (re)matrícula (seguindo sempre as determinações das autoridades de saúde locais e da OMS), divulgados por meio de faixas e cartazes espalhados por todo o município, além de mensagens nos veículos locais de mídia – com comunicação específica para meninas e meninos em maior risco de evasão. Alguns municípios participantes do Selo UNICEF também fazem campanhas de chamada pública para divulgar o período de matrícula com participação dos jovens do NUCA/JUVA.
  • Promoção de fóruns e eventos on-line (ou presenciais, desde que observadas todas as regras de segurança e proteção para evitar contaminação) com as equipes escolares, para manter um diálogo contínuo e fortalecer os laços entre os atores e atrizes responsáveis pela Busca Ativa Escolar nos municípios e estados.
  • Execução de campanhas para incentivar as escolas a divulgar as atividades que estão realizando durante a pandemia, sob o mote “A escola não para”, por exemplo, e o que está sendo planejado para o retorno às aulas presenciais. É importante reforçar que as escolas devem comunicar às famílias que continuam abertas à comunidade.

Mensagens prioritárias

A campanha de comunicação com os(as) gestores(as) das secretarias municipais e estaduais envolvidas na Busca Ativa Escolar deve ter como mensagens-chave:

  • A divulgação de dados da exclusão escolar no estado/município e suas principais causas (que podem ter sido agravadas pela pandemia).
  • A necessidade da adesão à estratégia e sua implementação para prevenir o abandono e a evasão escolares.
  • A importância da articulação intersetorial e do trabalho em rede para proteger as crianças e os(as) adolescentes e garantir seus direitos.

Ações sugeridas

Para divulgar essas mensagens e os órgãos responsáveis pela Busca Ativa Escolar, bem como incentivar a identificação de crianças e adolescentes em risco de abandono/evasão ou fora da escola, as ações sugeridas são:

  • Colocação de cartazes, pôsteres e posts/vídeos em redes sociais e sites da administração pública.
  • Veiculação de mensagens em rádio e TV.
  • Realização de fóruns ou seminários virtuais com a participação da rede de atores e atrizes envolvidos(as) na implementação da estratégia nos municípios e estados.
  • Inclusão do tema em eventos e mídias da gestão pública.
  • Realização de ações de sensibilização voltadas para o Legislativo e o sistema de Justiça, que podem ser aliados do estado/município na execução da Busca Ativa Escolar. O Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), por exemplo, realiza caravanas e oficinas, fóruns e seminários estaduais para sensibilizar os(as) gestores(as) públicos(as), legisladores(as) e outros(as) atores/atrizes e obter sua adesão às ações. No caso de eventos presenciais, devem ser observadas todas as regras de saúde e segurança recomendadas pelas autoridades de saúde locais e pela OMS.

Alguns municípios participantes do Selo UNICEF executam ações que podem ser replicadas, como:

  • Divulgação nas páginas dos estados e prefeituras de informações sobre a estratégia Busca Ativa Escolar.
  • Realização, por meio da Secretaria Municipal da Educação, de encontros (que podem ser virtuais e presenciais) com agentes comunitários (as) para reforçar seu papel fundamental na Busca Ativa Escolar. No caso de encontros presenciais, devem ser seguidas todas as regras de saúde e segurança recomendadas pelas autoridades de saúde locais e pela OMS.
  • Realização de plantões nas redes sociais (em lives) para tirar dúvidas e explicar como funciona a estratégia aos(às) envolvidos(as).
  • Gravação de vídeo pelo(a) prefeito(a) para convocar todos(as) os atores/atrizes locais a participar.
  • Realização de um documentário para divulgar o trabalho e os resultados da Busca Ativa Escolar na sua rede.

Vale lembrar, no entanto, que políticos(as) e agentes públicos(as) devem observar as condutas vedadas pela legislação eleitoral (Lei nº 9.504/1997 e Resolução nº 23.627/2020 do Tribunal Superior Eleitoral) durante esse período.

Mensagens prioritárias

Além de dados da exclusão escolar no estado/município e suas principais causas (que podem ter sido agravadas pela pandemia), os materiais e informações enviados aos veículos de mídia também devem incluir todas as mensagens-chave direcionadas aos demais públicos, em razão de seu alcance:

  • A pandemia não revoga o direito à educação (ele vale tanto para atividades educacionais presenciais como não presenciais).
  • O ano não está perdido mesmo sem as aulas presenciais.
  • A manutenção do vínculo com a escola, mais do que nunca, é necessária para garantir a aprendizagem de todas as crianças e todos(as) os(as) adolescentes.
  • A adesão à estratégia e a sua implementação são importantes para prevenir o abandono e a evasão escolares.
  • A articulação intersetorial e o trabalho em rede são fundamentais para garantir a segurança e os direitos das crianças e dos(as) adolescentes.

Ações sugeridas

Entre as formas de levar essas mensagens aos veículos de comunicação, estão:

  • Envio aos(às) jornalistas do documento de Informações gerais e do kit mídia disponibilizados pela campanha.
  • Realização de entrevistas coletivas virtuais para tornar públicos os números de adesões, casos e (re)matrículas do estado e dos municípios na Busca Ativa Escolar, e para esclarecer como funcionam a estratégia e as ações e campanhas já realizadas.
  • Envio dos áudios, jingles, spots, vídeos, cards para redes sociais e outros materiais de divulgação produzidos para a campanha e disponibilizados no site da Busca Ativa Escolar, solicitando parceria para sua veiculação.
  • Criação de campanhas próprias, documentários e séries de programas em áudio, vídeo ou texto para serem difundidos nos veículos de comunicação locais e regionais, respeitando as normas da legislação eleitoral nesse período (Lei nº 9.504/1997 e Resolução nº 23.627/2020 do Tribunal Superior Eleitoral).

Entenda os desafios

Entenda os desafios

Estima-se que, no Brasil, exista um contingente de 1,5 milhão de crianças e adolescentes de 4 a 17 anos fora da escola. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2019, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse número corresponde a 3,7% das meninas e dos meninos dessa faixa etária – e todos(as) deveriam estar estudando.

Além disso, há um grande número de crianças e adolescentes que estão em situação de atraso escolar ou foram reprovados(as), o que aumenta as chances de exclusão e de abandono. Segundo o Censo Escolar 2018, as redes públicas municipais e estaduais do Brasil somavam 6,4 milhões de estudantes com dois anos ou mais de atraso e 2,6 milhões de estudantes reprovados(as). O fracasso escolar atinge principalmente as meninas e os meninos que já são privados(as) de outros direitos constitucionais.

Se o cenário de exclusão escolar já era desafiador para as redes públicas de ensino em 2019, com a pandemia de covid-19 as dificuldades aumentaram. Diversos esforços, no entanto, vêm sendo empreendidos por estados e municípios para que as escolas não parem durante a suspensão das aulas presenciais. Segundo pesquisa realizada em agosto de 2020 pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) sobre as ações das secretarias municipais de Educação durante a pandemia de covid-19, 96% das redes municipais de Educação estavam oferecendo algum tipo de atividade educacional não presencial aos(às) estudantes.

Mesmo com esse empenho, alcançar todos(as) os(as) estudantes têm sido um desafio, pois eles(as) e suas famílias precisam lidar com dificuldades diversas para acompanhar o que foi proposto pelas escolas. Falta de acesso à internet, indisponibilidade de aparelhos e desmotivação são alguns aspectos relatados. Outro ponto de atenção é a situação de vulnerabilidade socioeconômica de muitas famílias, que também foi agravada com a pandemia.

Por isso, é importante que estados e municípios intensifiquem o acompanhamento dos(as) estudantes já matriculados(as) em suas redes de ensino a fim de prevenir o abandono e a evasão escolares, com um cuidado especial para aqueles(as) que foram inseridos(as) na escola por meio da Busca Ativa Escolar. Porque Fora da Escola Não Pode! Mesmo que a escola esteja funcionando em outros formatos.

A situação do seu estado

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Tocantins TO Bahia BA Sergipe SE Pernambuco PE Alagoas AL Rio Grande do Norte RN Ceará CE Piauí PI Maranhão MA Amapá AP Pará PA Roraima RR Amazonas AM Acre AC Rondônia RO Mato Grosso MT Mato Grosso do Sul MS Goiás GO Paraná PR Santa Catarina SC Rio Grande do Sul RS São Paulo SP Minas Gerais MG Rio de Janeiro RJ Espírito Santo ES Distrito Federal DF Paraíba PB

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A pandemia não revoga o direito à educação. Nenhuma menina e nenhum menino podem ser deixados(as) para trás. Fora da Escola Não Pode! Mesmo que a escola esteja funcionando em outros formatos. Faça parte desta campanha! Acesse: http://bit.ly/buscaativaescolar.
Mais do que nunca é preciso manter o vínculo de crianças e adolescentes com a escola. Acompanhe a frequência dos(as) estudantes às atividades escolares, sejam elas presenciais, remotas ou mistas. Fora da Escola Não Pode! Mesmo que a escola esteja funcionando em outros formatos. Faça parte desta campanha! Acesse: http://bit.ly/buscaativaescolar.
Crises e emergências, como a da pandemia de covid-19, exigem adaptações contínuas das redes de ensino e um olhar atento para eventuais casos de abandono escolar. Fora da Escola Não Pode! Mesmo que a escola esteja funcionando em outros formatos. Faça parte desta campanha! Acesse: http://bit.ly/buscaativaescolar.
O trabalho em rede é fundamental para proteger e garantir direitos de crianças e adolescentes, em especial o direito à educação. Mobilize o seu estado e município para fazer parte da Busca Ativa Escolar. Acesse: http://bit.ly/buscaativaescolar.
A Busca Ativa Escolar é uma grande aliada na prevenção da exclusão e do abandono escolares. Sua metodologia contribui para identificar crianças e adolescentes fora da escola ou em risco de abandono. Saiba mais em http://bit.ly/buscaativaescolar.
A pandemia mudou a nossa vida. Mas uma coisa não pode mudar: educação é um direito que precisa ser garantido, mesmo em momentos de crises e emergências. Saiba como em http://bit.ly/buscaativaescolar.
A Busca Ativa Escolar é uma estratégia elaborada pelo UNICEF, Undime e parceiros para apoiar estados e municípios na garantia dos direitos de crianças e adolescentes. Fora da Escola Não Pode! Mesmo que a escola esteja funcionando em outros formatos. Faça parte desta campanha! Saiba como participar em http://bit.ly/buscaativaescolar.
A metodologia da Busca Ativa Escolar contribui para que os(as) gestores(as) públicos(as) possam identificar crianças ou adolescentes que estejam fora da escola ou em risco de abandono escolar. Mobilize diferentes atores/atrizes para fazer parte da estratégia. Fora da Escola Não Pode! Mesmo que a escola esteja funcionando em outros formatos. Saiba como participar em http://bit.ly/buscaativaescolar.
O enfrentamento da exclusão escolar é um esforço que deve envolver toda a sociedade. A Busca Ativa Escolar permite mapear a exclusão e o abandono escolares e cria estratégias para manter e (re)matricular meninas e meninos na escola. Faça parte desta campanha! Fora da Escola Não Pode! Mesmo que a escola esteja funcionando em outros formatos. Saiba como participar em http://bit.ly/buscaativaescolar.
A Busca Ativa Escolar fomenta o trabalho intersetorial entre os diversos serviços públicos, como da educação, assistência social e saúde, visando garantir os direitos de crianças e adolescentes. Faça parte desta campanha! Fora da Escola Não Pode! Mesmo que a escola esteja funcionando em outros formatos. Saiba como participar em http://bit.ly/buscaativaescolar.
A Busca Ativa Escolar fomenta o regime de colaboração entre estados e municípios para garantir o direito à educação de crianças e adolescentes. Faça parte desta campanha! Fora da Escola Não Pode! Mesmo que a escola esteja funcionando em outros formatos. Saiba como participar em http://bit.ly/buscaativaescolar.
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